quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Sonho de uma noite para um dia

 
Enquanto amanhece
Ainda dorme o sonho
No caos do tormento dos sentidos
Acorda
Bocejando ainda em circuitos fechados
Na veracidade do dia
Despe a emoção que a razão lhe dita
Mergulha na realidade distorcida
Da alucinação desmedida
De uma vida
                   esquecida


Sílvia Mota Lopes
  

7 comentários:

  1. Que o sonho tenha uma carácter permanente.
    Simetria de autor(a)

    ResponderEliminar
  2. Não há volta a dar, o sonho tem sempre que mergulhar na realidade.
    Magn´
    ifico poema, gostei muito.
    Sílvia, tem um bom fim de semana.
    Beijinhos.

    ResponderEliminar
  3. É verdade Nilson tal como o corpo e a alma, tal como a noite e o dia...duas realidades que caminham de mãos dadas.Cabe a cada um de nós manter o equilíbrio.
    beijinho grande:)

    ResponderEliminar
  4. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

    ResponderEliminar
  5. Tem um bom fim de semana (o que resta dele...).
    Beijinho.

    ResponderEliminar